terça-feira, 16 de abril de 2013

O Anjo.

Quando o coração sagrado de um anjo sangra,
O que era amor pode tornar-se lava incandescente;
A brisa leve e calma da ternura, tornar-se-há fogo ardente.

Ao ser magoado, tornei-me ódio,
Desembainhei a minha espada de sangue quente
E com ela ferirei o que estiver em minha frente.

Minhas asas tornaram-se espadas;
Minha língua, como a de uma serpente;
Nos meus olhos ardem brasas onde antes havia tua imagem.

Vou retalhar os caminhos do mundo e te fazer me amar,
nem que na morte seja!
Vou trilhar e apagar todas as trilhas do mundo, para que nunca mais saias de perto de mim!



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