Vício, apego, costume, pena...
Sentimentos do mundo;
Inquietações de tantos;
Surpresa, fúria, fascínio, delírio...
Tantas divagações a me perseguir os dias;
A atormentar-me as noites insones.
O que eu devia dizer de ti?
O que eu devia dizer para ti?
O que eu devia pensar?
O que?
Até bem pouco tempo atrás, não haveria outra razão melhor que a nossa;
Nossas vidas;
Nossos sonhos;
Nós...
Tragédia já anunciada, vivemos enquanto pudemos, amamos todos e cada um de nosso dias.
A eternidade agora é finda.
Igor Furtado
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