Ninguém me deu a mão quando caí;
Ninguém me viu chorar quando sorri;
Ninguém vai me dizer o que sentir.
Mas, se ainda assim o fizer,
não terás mais parte comigo
e nem dormirás tranquilo uma noite sequer.
Pois que sou a aniquilação
e a ti ofereço a destruição.
Eu tenho tanto a dizer,
mas tão pouca gente quer escutar;
Eu tenho tanto por fazer
e quase ninguém quer ajudar.
Aquilo que quero ter
ninguém ajuda a conquistar.
Por que então a maioria me atrapalha?
Tenho tanto a aprender,
mas ninguém quer ensinar;
Tenho tanto ainda por viver,
mas a vida não quer deixar.
No frio da noite,
quando rola meu pranto,
ninguém está lá para enxugar.
Pois, minhas lágrimas não têm mais como parar.
Igor Furtado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário