sexta-feira, 8 de junho de 2012

à minha doce solidão.

oh, minha doce solidão,
por que te esforças em ferir-me?
por que me dás tuas garras como alento?
Muito mais que todos os pueris amores que nesta vida tive.

Oh, minha doce solidão!
Queria eu poder largar-te só,
mas tudo que consigo só
é sentir saudades de ti.

Igor Furtado.

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