Pena em punho, pena impune,
Ao tentar encantar teu coração;
Padeço e tropeço em cada verso que teço
na seda do teu coração.
Me embaraço e me quedo exausto e ferido nos braços da solidão.
Esqueço. Pois tudo que faço é fazer de ti minha maior emoção.
Pertenço a tudo e nada,
Rastejo no pó da estrada de sonhos e de ilusão.
Tão triste se foi o poeta, de cangalha e fardos às costas, pranteando a falta dos beijos teus!
Igor Furtado.
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